"Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface , no almoço, por vaidade
Ou um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,
A barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não enlouquecer?

Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Que 'dele' não lembra nem o nome?"

O tempo pode passar e tudo mudar, a verdade é que toda mulher já passou ou vai passar por tudo isso na vida.
Não é tpm, não é depressão tampouco pra chamar atenção. É ansiedade, insegurança, saudade e vontade. É o querer amar e ao mesmo tempo esquecer pra deixar de sofrer. É querer o impossível, tentar, apenas por um momento, não parecer tão sensível; tentar ser forte pra fingir que não teme a morte. É tentar esconder a timidez e o medo de errar, quando tudo o que ela quer, é só te conquistar.
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"Dois malucos prá amar
Mas com frescura prá dizer"

Tanto tempo faz que a gente não se via
A saudade me enganou e deu lugar à nostalgia
E já não me interessa onde estivemos sem saber
Sobrou em pensamento o desejo de te ter

Os nossos passos finalmente se encontraram
Os seus olhos ainda tentam se enganar
Os nossos elos estão presos amarrados
E a gente insiste em tentar não entender

Não será que é amor
Que a gente sente?
E agora um passado que insiste em ser presente
Me lembra que esqueci de como é bom te ver
Faz estar em nós tudo aquilo que é distante
Meu olhar, o teu perfume, o teu gosto e o meu sangue

Os nossos corpos finalmente se encontraram
Mas nem sempre um corpo é objeto do amor
A não ser que ele se explique uma emoção
O medo de perder ou a incerteza de encontrar

Não será que é amor
Que a gente sente?

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